A história da Peeko

Oie! Aqui é a Natália, fundadora da Peeko!

Bom, eu tenho a crença de que algumas montanhas mudam a forma como enxergamos o mundo. Não porque sejam as mais altas, mas porque nos lembram de algo essencial: ninguém chega ao topo completamente sozinho.

Foi essa experiência que inspirou o nome Peeko.

Acredito que, assim como uma trilha só existe porque alguém decidiu dar o primeiro passo, todo avanço social também nasce de pessoas que escolheram abrir caminhos para outras.

O problema é que, quando olhamos para o ecossistema de impacto no Brasil, normalmente enxergamos apenas quem chegou ao topo. Conhecemos organizações reconhecidas, projetos bem-sucedidos e grandes lideranças. Mas dificilmente vamos conhecer o caminho, as decisões difíceis que foram tomadas, os erros cometidos, as mudanças de rota necessárias.

As conversas que aconteceram antes de tudo dar certo.

Os aprendizados que nunca aparecem em relatórios ou palestras.

Enquanto eu fazia minha transição de carreira para esse ecossistema, percebi que esse conhecimento estava disperso em todos os lugares.

Ele vive nas experiências das pessoas. Em uma conversa depois de um evento. Em um café. Em uma reunião. Em uma visita de campo. A partir de um incômodo.

Se essas histórias não forem registradas agora, corremos o risco de conhecer apenas os resultados e esquecer os caminhos que tornaram esses resultados possíveis.

Foi para preservar esses caminhos que nasceu a Peeko.

O start é dado com uma série de conversas de até trinta minutos com pessoas que estão construindo o impacto socioambiental no Brasil. Mas o seu objetivo nunca foi criar apenas mais uma série de entrevistas.

O alvo da Peeko é construir um acervo vivo das trajetórias, aprendizados e decisões que estão moldando este ecossistema enquanto essa história ainda está sendo escrita. Porque tenho a convicção de que abrir caminhos é importante, mas registrar esses caminhos para que outras pessoas possam seguir adiante talvez seja uma das formas mais poderosas de gerar impacto.

Bora registrar sua história também?